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sábado, 8 de setembro de 2012

Folclore sobre Hitodama (alma humana) - 人魂 (ひとだま)

Segundo o folclore japonês, os espíritos dos recém-falecidos tomam forma de uma bola de fogo que brilha amarela, azul-pálida ou branca como a lua, às vezes carregando caudas azuis com elas. A isso eles dão o nome de Hito- Dama (Hitodama) “人魂 (ひとだま)”, que significa: “alma humana” / “bola humana” ou algo do gênero. Acredita-se que tal bola de fogo pode ser vista na hora em que a pessoa morre e seu espírito desencarna do corpo ou em túmulos no cemitério durante o verão. O Hitodama cai ao chão ou desaparece rapidamente logo depois de visto, deixando um resíduo espumoso no que ele tocar. Os cientistas explicam o Hitodama como produto da decomposição da matéria orgânica, típico de quando algum ser vivo morre.  Também se acredita que tal fenômeno é responsável por fazer aqueles que viajam em estradas de noite se perderem. Sobre esse tipo de chama que distrai motoristas também existem outras lendas; uma delas é a lenda inglesa do HinkyPunk, que é um espírito maldoso que se diverte distraindo os motoristas, muitas vezes causando acidentes ou deixando-os perdidos.  O HinkyPunk age acendendo uma tocha que atrai os viajantes, só que ao tentar chegar a sua origem, eles acabam sendo levados a penhascos, batem em árvores ou caem em valas. No Brasil esse fenômeno pode ser chamado também de “Fogo Corredor” o u “Fogo-Fátuo”  e é explicado cientificamente como uma inflamação natural que ocorre em brejos. 

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Adh-Sidhe

Vejam a pesquisa que fiz sobre as Adh-Sidhes: Kithains (modo como são denominados os seres da família dos Changelings) justiceiras da Irlanda. Está bem completo e bastante interessante. Note que quando me refiro a esses seres como "elas" quero dizer “as Adh-Sidhes” uma vez que o sexo não é especificado tenho a impressão de que aparecem na forma tanto de homem quanto de mulher.

INTRODUÇÃO (Descrição)

Nas noites sombrias dos tempos passados, a Adh-Sidhe se espreitava, assombrando o reino da Irlanda, trazendo uma furiosa destruição àqueles dos corações malignos.
A Adh-Sidhe representa uma viciosa e terrível justiça, caçando as peles de tanto a sociedade Kithain quanto a Humana.
Severamente determinada, as Adh-Sidhe são apenas temidas por quem possuiu mau-caratismo como característico, entretanto esses seres não punem pequenos crimes: apenas crimes de violência, derramamento de sangue e ataque sexual forçado atraem sua ira, e elas podem ser bem criativas em fazer a punição se adequar ao crime... Muitos já expuseram opiniões sobre por que a Adh-Sidhe insiste em se manter numa linha sombria, mas ninguém sabe verdadeiramente, nem mesmo as próprias Adh-Sidhes. Talvez sonhos de vingança certeira tenham criado esse Kith.
Diretas e agressivas, essas kithains dificilmente fazem amizade, até mesmo com o mais decente companheiro. Relações são sempre estreitas. Certamente, até mesmo muitos kiths e humanos honestos acham a postura e a atitude sombria das Adh-Sidhes fortemente inquietante.
Não muito numerosas, as Adh-Sidhes encontraram no mundo moderno uma calamitosa necessidade de vingança. Diariamente os números de atrocidades e vítimas crescem, e a Adh-Sidhe luta para enfraquecer essa maré. Talvez seja um confronto fútil, mas a Adh-Sidhe não é nada, senão persistente.
Apesar de sua selvageria e expressão aterrorizantes, a Adh-Sidhe tem um coração bom, com um cavernoso e profundo amor e respeito por tudo o que é belo e bom. Com certeza, isso apenas alimenta seu desejo de destruir o câncer da injustiça antes que ele destrua muito mais.
Surpreendentemente as Adh-Sidhes não são torturadas por sentimentos de raiva, amargura ou solidão. Elas estão contentes com o caminho escolhido e suas conseqüências, não tem nenhum desejo de serem diferentes.
Elas tem desaprovação e desgosto declarados pela jurisprudência, especialmente aqueles da espécie Sidhe. Nunca irão jurar aliança ou se juntar a uma família nobre ou alguma Corte. Aos olhos da Adh-Sidhe a nobreza traiu o povo ao fechar as Portas de Arcádia, deixando-os na Noite Sem Fim (Sim, é algo de difícil compreensão para quem não conhece do assunto). Até hoje as Adh-Sidhes perseguem aqueles diretamente responsáveis por essa traição e muitas nobres Sidhes também estão inconfortáveis sob seus exames. Renascer não remove a marca da culpa.
É comum encontrar lendas que dizem que as Adh-Sidhes, eventualmente, podem se transformar em cavalos negros de olhos flamejantes, dentes de adaga e ferraduras que funcionam como lâminas.
Elas podem sentir a sujeira da atrocidade quando encontra com as pessoas. Essa habilidade é inconsciente e ela entra em ação cada vez que a Adh-Sidhe encontra com alguém, até se eles já tiverem se conhecido antes, então mesmo se elas não tiverem notado a sujeira da primeira vez, elas vão inevitavelmente notar num outro encontro.

APARÊNCIA
A Adh-Sidhe pode ser aterrorizante e horrenda, trazendo uma aura malévola até mesmo perto daqueles que possuem consciência limpa. Tipicamente altas e esguias, elas tem orelhas pontudas e traços angulares. Seus cabelos são pretos com carvão e seu olhar assustador é a chama vermelha de madeira flamejante. Elas lembram as Sidhes negras até o momento em que abrem a boca revelando seus dentes de adaga.
As roupas são de pouca importância, apesar de funcionais elas se vestem como pessoas normais. Jeans, botas, camisas de algodão e jaquetas de coura são preferíveis. As afeições sem sentido da “cultura jovem” as atraem e o visual sombrio não combina com elas. Como o citado, casacos também são impraticáveis e jóias são vistas como atrativos sem sentido que só as distrai de sua causa. Elas podem admirar a beleza das jóias, mas se recusam a usá-las.
Elas, tipicamente, usam cabelos compridos presos com um elástico (para não atrapalhar a visão), ou cortam curtos e selvagens.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Tudo sobre o Halloween

Não vou negar que o Halloween é a minha comemoração favorita. Em homenagem a este fiz um post muito completo sobre antigas e prevalecentes tradições que nos levam de jovens mulheres a procura de maridos à mendigos orando por “bolos de almas”. Sem mais delongas vamos começar do começo: O Halloween surge a partir do feriado de Samhain, uma espécie de Ano novo para os celtas. Sendo o Halloween a véspera deste “Ano Novo”. Os celtas acreditavam que este era um dia mágico por não pertencer nem ao ano velho nem ao novo ano, como se fosse um dia parado no tempo o que deixava o véu que separa os mortos dos vivos muito mais fino.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome viria da palavra hallowinas, que é o nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (no caso a Escandinávia). O Dia das Bruxas não é, como alguns poderiam chamar, uma celebração do Diabo ou algo do tipo, mas um conjunto de celebrações que marcam o fim da estação da última colheita, o aviso da chegada dos meses invernais e tradições que afirmam que aquele seria o dia em que as barreiras entre os vivos e os mortos, ainda que transparentes e delicadas iriam desaparecer e os espíritos e seres sobrenaturais poderiam andar entre os vivos. Esta lenda céltica afirma que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam no dia do Halloween à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas criam que essa era única chance de vida após a morte. Foi daí que surgiu a tradição de usar fantasias, talhar rostos feios nas abóboras e decorar as casas com caveiras e objetos assustadores. Tudo isso era com o objetivo de assustar aos espíritos para que estes não escolhessem seus corpos para possuir. Em adição a causar problemas e trazer prejuízos, os celtas também acreditavam que a presença dos espíritos do outro mundo tornaria mais fácil para os sacerdotes ou sacerdotisas Celtas e Druídas fazerem previsões sobre o futuro. Os portais entre os dois mundos estão abertos nesta data, logo este também seria o momento propício para a realização de feitiços, pedidos, previsões, etc.
Como absolutamente TODOS os espíritos eram libertos na noite de Halloween os celtas também esperavam por pessoas queridas que houvessem falecido. Para esses espíritos amigáveis eles colocavam lugares na mesa de jantar, deixavam presentes ou alimentos nas portas das casas próximas e velas por suas ruas para que os amados pudessem ter seus caminhos iluminados quando tivessem de voltar para o mundo dos espíritos (nessa época não se tinham postes nas ruas). Hoje em dia ainda prevalecem algumas superstições entorno do Halloween. As pessoas evitam cruzar com gatos pretos, por estes supostamente trazerem má sorte – Essa ideia surgiu na Idade Média quando os europeus acreditavam que as bruxas podiam se transformar em gatos pretos para fugir da Inquisição. Já os chineses e egípcios acreditavam que estes traziam boa sorte. As pessoas tentam não passar por debaixo de escadas pelo mesmo motivo. Essa superstição provavelmente vem dos antigos egípcios que acreditavam que triângulos e pirâmides eram sagrados. No Halloween as pessoas também evitam quebrar espelhos e derramar sal, além de não pisar em rachaduras.


sábado, 26 de fevereiro de 2011

Possessões e Demônios

A possessão é o estado de uma pessoa quando ela é dominada por uma entidade (seja ela um espírito, demônio ou deus, etc.). Essa entidade toma controle do corpo da pessoa e conseqüentemente de suas ações.
A possessão pode ocorrer individualmente ou coletivamente e pode surgir inesperadamente ou planejada por meio de ritual. Existem alguns tipos de possessão, umas menos prejudiciais e outras absolutamente perigosas:


Espírito opressivo
O espírito suga a energia da vítima. Os efeitos mais comuns são cansaço ou vontade de chorar sem motivo. Neste caso é recomendado o uso de um saquinho de cor vermelha, sempre junto ao corpo para neutralizar a presença deste espírito. Também os banhos de água com sal, são benéficos neste caso. A leitura do salmo 23 ajuda bastante contra o espírito opressivo.


Encosto
O espírito fica bastante próximo a pessoa. Neste caso, banhos de água e sal ou orações simples como Pai-Nosso e Ave-Maria afastam este espírito inferior. Geralmente estes espíritos são de pessoas que morreram pouco tempo antes da possessão e pertencem à família do possuído.


Obsessão
Este tipo de espírito é chamado de obsessor. Ele consegue agir de forma tão intensa sobre o indivíduo que é capaz de mudar a fala dessa pessoa e fazê-la agir de forma, geralmente, cruel, ou chegar a fazê-la agir de uma forma que não agiria normalmente (surtindo o mesmo efeito do anjo contrário). Chegando até mesmo a não reconhecer parentes e pessoas próximas de seu convívio. É bom lembrar que aqui no Brasil segundo o espiritismo ou as religiões afro-brasileiras como a umbanda e candomblé, existem possessões por espíritos iluminados, trazendo ao médium apenas benefícios.

Possessão demoníaca
Neste caso, o demônio toma o corpo da pessoa, fazendo com que ocorram até fenômenos de "poltergeist" (conjunto de fenômenos produzidos espontaneamente, que consiste em ruídos e deslocamento de objetos, podendo ter duração indeterminada, acredita-se que poltergeists são espíritos brincalhões de pessoas que tem mais ou menos a mesma idade da vítima, clique AQUI para ler mais sobre poltergeist). E é na possessão demoníaca é onde nós vamos nos focar:

Segundo Eliphas Levi em seu livro “Dogma e Ritual de Alta Magia”, que foi lançado em meados do século XIX, os satânicos que desejavam se corresponder com demônios deviam basicamente fazer um sacrifício sangrento, providenciar uma forquilha mágica, com galhos de aveleira ou amendoeira cortados com a mesma faca utilizada no sacrifício e jejuar durante quinze dias fazendo apenas uma refeição que consistirá de pão negro e sangue temperado com condimentos, mas sem sal. Além das coisas que eu citei existem outras. A evocação de um demônio, segundo ele, deveria ser feita numa noite de segunda para terça ou de sexta para sábado, e num local com histórico de tragédia como um cemitério ou uma casa habitada por maus espíritos. Para a evocação em si, são necessários itens como: a cabeça de um gato preto alimentado com carne humana durante quinze dias, a pele e o sangue da pessoa que o operador sacrificou, morcego afogado em sangue, chifres de bode e etc. Eliphas também fala na possibilidade de se fazer pactos com demônios e afirma que estes seres possuem assinaturas, marcas como num contrato, e quem fizer o pacto vai ter o que deseja, mas sua alma vai ser vendida a esse demônio, vai ser vendida mais especificamente ao inferno. Levi afirma que o pacto é selado em um contrato de verdade, e o demônio oferece um determinado tempo ao indivíduo, e durante este tempo ele fará tudo o que a parte desejar, mas depois que esse tempo acabar a alma do indivíduo vai PERTENCER, literalmente, a esse demônio. Bodin, fala uma versão para a morte do rei Carlos IX envolvendo demônios:
Atacado por um mal não identificado o rei ia morrer. A rainha-mãe era a principal suspeita pela causa dessa enfermidade. A situação do rei só piorava, até que quis consultar o oráculo da cabeça sangrenta, e aí vai como procedeu essa operação:
Arranjou-se um menino “belo de rosto e inocente nos costumes”. Ele foi preparado para sua primeira comunhão, secretamente. Chegada a noite do sacrifício um frade jacobino perito em ocultismo, na frente do rei e de pessoas de confiança (à meia noite), pôs-se a fazer a missa do diabo. Ela era celebrada diante da imagem de um demônio, enquanto o feiticeiro consagrava duas hóstias, uma branca e outra preta. O menino foi conduzido ao altar para comer a hóstia branca e por fim degolado sobre os degraus do altar. Sua cabeça foi colocada em cima da hóstia negra e depois em uma mesa, então começaram um exorcismo e o demônio ficaria de responder as perguntas feitas através da boca do menino (por isso o nome de oráculo da cabeça sangrenta). O rei fez uma pergunta mentalmente ao demônio, e acredita-se que essa enfermidade sem causa era o prazo de um possível pacto que o rei havia feito com o tal demônio, este respondeu pela boca do menino à pergunta mental feita pelo rei: “Sou a isto forçado”. Com esta resposta o demônio anunciava que o inferno não era mais seu protetor. O rei estava prestes a cumprir sua parte do acordo e ir pro inferno (literalmente). Na minha opinião se a conseqüência é terrível desse jeito, só uma pessoa perturbada seria capaz de fazer tal acordo. Alguns acreditam que ao invés de o indivíduo ir para o inferno, ao final de seu prazo, o demônio toma o corpo da pessoa. O exorcismo é para tirar o demônio que possuiu o corpo da vítima voluntária (no caso de pactos) ou involuntária (no caso do demônio se apoderar à força da pessoa). Exemplo de exorcismo: “Trata-se de um ritual romano, publicado originalmente no século XVII pelo Papa Paulo V. Se conservou quase intacto depois de duas revisões que lhe foram atribuídas em 1952. O Ritual Romano é o único exorcismo formal permitido pela Igreja Católica Romana.”
“Regna terrae, cantate deo, psallite dominio…
Tribuite virtutem deo.
Exorcizamus te, omnis immundus spiritus, omnis satanica potestas, omnis incuriso infernalis adversarii, omnis legio, omnis congredatio et secta diabolica…
Ergo…
Perditionis venenum propinare. Vade, satana, inventor et magister omnis fallaciae. Hostis humanae salutis. Humiliare sub potenti manu dei. Contremisce et effuge. Invocato a nobis sancto et terribile nomine. Quem inferi tremunt…
Ab insidis diaboli, libera nos, domine. Ut ecclesiam tuam secura tibi facias, libertate servire, te rogamus, audi nos. Ut inimicos sanctae ecclesiae humiliare digneris, to rogamus audi…
Dominicos sanctae ecclesiae, terogamus audi nos, terribilis deus do sanctuario suo deus israhel. Lpse tribuite virtutem et fortitudinem plebi suae, benedictus deus, gloria patri…”

sábado, 25 de setembro de 2010

Poltergeist.


Separei um post para escrever sobre poltergeists, aconselho a pessoas que se impressionam facilmente que não leiam, não tem nada forte não, é só para ela não ficar impressionada já que este é um tema espírita. Para iniciarmos vou falar que o significado de poltergeist é “espírito barulhento” ou “espírito que bate”, segundo Monica Buonfiglio: “Entende-se como poltergeist o conjunto de fenômenos produzidos espontaneamente, que consiste em ruídos e deslocamentos de objetos, podendo ter duração indeterminada”. O caso de um poltergeist que durou mais tempo (Segundo relatos) foi um de doze anos. Na ação de um poltergeist nós podemos ver sons e atividades misteriosas que tendem a centrar-se numa pessoa, esta tem, necessariamente, de ser médium (pessoa que pode enxergar os espíritos mesmo sem eles estarem se mostrando intencionalmente). O engraçado é que a idade mental do médium está diretamente ligada a idade mental do “hóspede desconhecido”, por exemplo: se o alvo do poltergeist é uma mulher de 20 anos a idade mental dele vai corresponder com a da mulher, ou seja: mentalmente ele terá 20 anos. O causador desse conjunto de estranhices numa casa (ou prédio, empresa, loja, enfim...) é uma entidade consciente que pode estar mal intencionada ou não, perante nós. “Na França foi registrado o número de trezentos objetos arremessados contra uma casa, a uma distância de cento e cinqüenta metros”. Esses objetos estão sempre quentes na sua chegada, já li alguns livros espíritas que falavam na possibilidade dum espírito transportar objetos de um local para outro, logo existe a possibilidade dos objetos locomovidos por poltergeists podem ter sido desmaterializados. Já foram até vistos projéteis que vinham em direção à casa em alta velocidade, mas quando chegavam perto diminuíam a velocidade e caíam sem bater em nada. De acordo com Monica Buonfiglio: “Os fenômenos de poltergeist mais comuns são ruídos de passos ou correria, anormalidade nas instalações elétricas ou telefônicas, abertura de portas, inclusive armários, clarões ofuscantes, vozes, sopros gelados, odores perfumados, fenômenos incendiários” (tipo quando um móvel começa a pegar fogo do nada) “e estouros de lâmpadas elétricas, dentre outros.” A duração normal de um poltergeist é de doze dias até dezoito meses. Em 1995 foi inaugurado na Inglaterra o primeiro Instituto de Pesquisas de Poltergeist, fundado pelo Dr. Barrie Colvin, lá eles usam aparelhos modernos, que, juntamente com luz infravermelha, é capaz de aumentar ou diminuir a intensidade do ectoplasma, o que o torna visível. Em São Paulo, em 1972, foi registrado um caso de poltergeist, onde este empurrou movéis, feriu animais domésticos e inclusive a médium da casa (uma menina de doze anos). Ele queimou seu rosto com água quente, quando arrancou uma chaleira de suas mãos, todos se mudavam achando que era com a casa, mas os eventos continuavam a acontecer. É que o poltergeist segue a pessoa com a qual ele está “pirraçando”, não o imóvel em si.
Na Bahia, em uma casa próxima a um local onde ocorreu a guerra de Canudos, ficou conhecida por ser atingida por uma chuva de pedras, ter combustão espontânea, aparecimento de balas de revólver, cartuchos de pólvora, redes, marretas, etc. Isso tudo surgiu do nada, especula-se que o alvo seria o filho do dono da casa, um menino de treze anos. Esse fenômeno ocorre mais com jovens porque o poltergeist tem que ter a mesma idade mental que o médium, e como os poltergeists geralmente são espíritos com uma mente de adolescentes ou crianças, o agente também ter que ter essa idade. Até a próxima gente..