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sábado, 18 de setembro de 2010

A triste e verdadeira história da Pequena Sereia.

Bem galera, sempre que pensamos em pequena sereia sempre nos vem a cabeça uma linda menininha ruiva, que canta bem , filha do rei Netuno e que tem um amigo e engraçadinho peixinho chamado Linguado. Porém a verdadeira história é bem diferente da que nos foi contada no filme da Disney.
"A Pequena Sereia era a filha caçula do rei Tritão, era uma sereia diferente das outras cinco irmãs. Era muito quieta, não era difícil vê-la distante e pensativa.Desde os dez anos, a Pequena Sereia guardava uma estátua de um jovem príncipe que havia encontrado num navio naufragado. Passava às vezes horas contemplando a estátua, que aguçava ainda mais sua vontade de conhecer o mundo da superfície. Porém esse seu desejo só poderia ser realizado quando completasse quinze anos, nessa idade é dada a permissão para as sereias nadarem até a superfície do mar.Para a Pequena Sereia esse dia especial parecia nunca chegar. Ela acompanhava a cada ano, os quinze anos de cada uma das suas irmãs, ansiosa para que o seu dia chegasse em breve também, e escutava atenta o relato de cada uma delas sobre tudo aquilo que viram. As irmãs contavam sobre os barulhos da cidade, as luzes, o céu, os pássaros, sobre as pessoas, animais, eram tantas as novidades que só aumentava o desejo da Pequena Sereia de conhecer aquele mundo.
A Pequena Sereia queria ver as cores douradas que surgiam no céu, quando o sol de escondia no horizonte. A chuva, com as nuvens cor de chumbo. Conhecer o arco-íris, as flores, as montanhas, as plantas.Às vezes as cinco irmãs subiam juntas à superfície para passear, e a Pequena sereia ficava triste em seu quarto, no castelo, sentia uma enorme angústia e uma coisa estranha, parecia ter vontade de chorar, embora as sereias não chorem, pois não têm lágrimas.
Até que o dia tão esperado chegou, o coração da Pequena Sereia saltitava de felicidade. Recebeu de presente da sua avó um colar de pérolas, símbolo da realeza.
A pequena sereia chegou à superfície na hora do pôr–do-sol. O céu estava dourado com nuvens rosadas. Ela ficou maravilhada com o que via. Ela avistou um grande navio com três mastros e nadou até ele. O céu escureceu e no navio foram acesas centenas de lanternas coloridas. A sereiazinha nadou contornando o navio e, pela escotilha do salão viu pessoas alegres, dançando. Um rapaz em especial, chamou-lhe atenção.
Passadas algumas horas, o vento começou a soprar forte. A lua e as estrelas sumiram do céu e começaram a surgir trovões e relâmpagos. O mar estava revolto, ondas gigantescas atacavam o navio. Os marujos assustados, retiraram as velas do navio. As pessoas gritavam assustadas. O navio balançava muito, até que uma onda gigantesca o tombou para o lado. A escuridão foi total.Um raio iluminou o céu e a Pequena Sereia viu pessoas gritando e tentando se salvar nadando. De repente a sereiazinha viu o príncipe. Ele estava se afogando. Ela sentia que tinha que ajudá-lo. Ela nadou entre os destroços do navio e o alcançou. O jovem príncipe estava desmaiado. Ela segurou firmemente, mantendo a cabeça dele para fora da água, e flutuou com ele até a tempestade passar. Ao raiar do sol, a sereiazinha verificou que o príncipe respirava tranqüilamente. Ela ficou aliviada em ver que ele estava bem, ficou tão contente que o beijou. Nadou com ele até uma praia, o dentou na areia e escondeu-se atrás das rochas. Ela viu que existia algumas casinhas por perto, certamente alguém o encontraria. Logo uma jovem apareceu na praia e foi caminhando na direção do rapaz. O , que até então, estava desmaiado acordou e sorriu para a moça. A moça correu para buscar ajuda e em pouco tempo o príncipe foi levado ao vilarejo.
A sereiazinha ficou aliviada por ter salvado o jovem, mas ficou triste pois temia não vê-lo novamente.A Pequena Sereia voltou para o seu castelo no fundo do mar. As irmãs a encontraram triste e quieta. Após longa insistência das irmãs, a sereiazinha contou-lhes toda a sua aventura.
Uma das irmãs sabia quem era o príncipe e sabia que ele morava em um castelo à beira-mar. As seis sereias nadaram até lá. Esconderam-se atrás de uns rochedos, esperaram até que viram o príncipe e viram que ele estava bem.
A pequena sereia pensava muito no jovem príncipe. Ela daria sua vida para ser humana e encontrar-se com o príncipe nem que fosse só por um dia.
Seu pai, o rei Tritão estava preocupado com a filha, nem as festas no palácio alegravam a jovem sereia. Ela nem cantava mais nas festas, todos adoravam ouvi-la cantar, sua voz era linda. Numa noite, a Pequena Sereia tomou uma decisão: foi procurar a feiticeira do mar. A feiticeira é uma bruxa, mora no meio dos redemoinhos, cercada de plantas cheias de espinhos e animais peçonhento e perigosos.
A sereiazinha acreditava que a única pessoa capaz de ajudá-la a transformar-se em humana, seria a feiticeira.A feiticeira concordou em lhe dar duas pernas, mas a sereiazinha só se tornaria humana se o príncipe se apaixonasse e casasse com ela. Avisou que a sereiazinha sentiria terríveis dores nas pernas par ao resto da vida e nunca mais poderia voltas ao fundo do mar. Caso o príncipe não se apaixonasse por ela e casasse com outra moça, depois da noite do casamento, o primeiro raio de sol transformaria a Pequena Sereia em espuma.
A sereiazinha ficou assustada, mas aceitou correr o risco, pois queria estar com o seu amado. Em troca dos serviços da feiticeira, a jovem lhe daria a sua voz.
Mesmo assim, a sereiazinha aceitou a proposta, estava decidida a tentar.
A feiticeira deu-lhe um frasco contendo a poção que lhe daria as pernas .Em seguida roubou-lhe a voz.A sereiazinha não se despediu de ninguém, nadou em direção ao palácio do príncipe. Foi então, que ela tomou a poção dada pela feiticeira. Imediatamente sentiu terríveis dores como se punhais lhe rasgassem a cauda.
A dor foi tamanha que a jovem não agüentou e desmaiou.
Quando amanheceu, a princesa acordou, na praia, ao seu lado estava o príncipe, olhando-a curioso e preocupado. A sereiazinha percebeu que estava sem roupa, e possuía duas pernas no lugar de sua cauda. Cobriu-se então com seus longos cabelos.
O príncipe quis saber seu nome e o que acontecera. Porém, a jovem não conseguia falar, não tinha mais sua voz.O príncipe a levou para o palácio, onde foi cuidada e alimentada. A sereiazinha passou a viver feliz naquele lugar ao lado do príncipe. Sofria terríveis dores sempre que andava, era como se algo furasse seus pés. Mas nada era superior a sua felicidade em estar com o seu amado.
Cada dia que passava, o príncipe gostava mais da pequena sereia, As pessoas do palácio também se encantavam com a pequena sereia. Porém o coração do príncipe e seus pensamentos pertenciam à jovem que o encontrara na praia, ele achava que ela o havia salvo. Um dia a pequena sereia descobriu que o rei planejava casar o príncipe com a filha do rei vizinho. Eles fariam uma viagem de navio para conhecer a futura noiva. A pequena sereia ficou muito triste, se o príncipe se casasse com outra ela morreria. Ficou cheia de esperança quando o jovem príncipe lhe confidenciou que nãos e casaria com a jovem escolhida pelo seu pai, pois já amava outra moça.
A sereiazinha acompanhou a família real na viagem.
Na hora em que conheceu a futura noiva, o príncipe ficou encantado, era a mesma moça da praia. A pequena sereia viu que o príncipe estava apaixonado. Naquela mesma noite ele casou-se com a jovem princesa, a moça da praia. Enquanto todos festejavam, a princesa sofria de tristeza. Foi então para o convés observar o mar. Nesse momento ela viu suas irmãs, todas de cabelos curtos.Deram seus cabelos à feiticeira em troca de um punhal mágico. A Pequena Sereia precisaria matar seu amado com aquele punhal, antes do amanhecer, assim, poderia voltar a ser sereia e viver no fundo do mar.
A sereiazinha muito triste pegou o punhal, foi até o quarto do príncipe e vendo-o dormindo tranqüilo ao lado da sua esposa, saiu correndo dali.
A sereiazinha tinha um coração bom, e seu amor era verdadeiro, não poderia jamais matar o seu amado. Sendo assim, ela se dirigiu ao convés do navio, já estava amanhecendo. A sereiazinha, então, atirou-se no mar, no mesmo instante o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, e assim o feitiço se realizou, a Pequena Sereia virou espuma branca do mar."

Ouvi dizer também que além desta versão existem outras que dizem que quando a sereiazinha caiu na água ela virou uma linda pérola ou que ela se tornou um elemento como a brisa ou um espirro de água, e que em sua próxima vida, ela reencarnaria como humana.
E ai, em qual das versões você prefere acreditar?

*Partes "" tiradas do site: http://www.qdivertido.com.br/
Bem galera, com esta triste história encerramos o especial de verdadeira histórias. Até mais... Aguardem, cigana Esmeralda Task está chegando !

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A verdadeira história de João e Maria.

Bom essa eu conheço e sei que tem uma versão na qual a bruxa má faz um feitiço e obriga as crianças a comer estilhaços de vidro pensando que era doce. Mas achei essa versão na net, e vou postar para vcs.. “João e Maria eram dois irmãos que viviam num pequeno casebre com seus pais, perto de uma grande floresta. A família era muito pobre e o trabalho de lenhador do pai já não era suficiente para sustentar a mulher e os dois filhos. Certa noite, após muita discussão, a mulher conseguiu convencer o marido a abandonar as crianças na floresta, pois não havia mais comida para os quatro. As crianças que ouviam tudo atentamente atrás da porta ficaram aterrorizadas, e João tranqüilizou Maria dizendo que daria um jeito para que eles pudessem volta para a casa. No dia seguinte a mãe os fez levantar muito cedo e foram os quatro para dentro da floresta. Ao chegar num ponto que a mulher considerava bastante distante, deixaram as crianças ali junto de uma pequena fogueira. Maria soluçava de tristeza por ter sido abandonada, mas João esperava calmamente sentado perto do fogo. Quando a noite chegou, João mostrou a Maria o motivo de sua tranqüilidade, ele havia marcado o caminho com brilhantes pedrinhas brancas que reluziam ao luar e seguindo essa trilha luminosa eles voltaram para casa. Que grande surpresa teve o pai quando encontrou as crianças em casa, porém a comida voltou a faltar e novamente a mãe persuadiu o marido a abandonar as crianças na floresta. Dessa vez as portas da casa foram trancadas e João não pôde sair buscar as pedrinhas que marcaram o caminho da primeira vez. Então no dia seguinte, enquanto eram levados para a parte mais densa e escura da floresta, João espalhava migalhas de pão pelo caminho para que pudessem voltar pela trilha depois. Mas a fome que assolava a região não poupou os animais da floresta e ao verem as migalhas no chão os pássaros apressaram-se em comê-las. Perdidos na mata fechada, João e Maria andaram por muito tempo sem saber ao certo aonde chegariam. Depois de muito andar e famintos, eles chegaram numa clareira onde bem no centro havia uma pequena casa. Mas essa casa não era uma casa comum, ela era inteira feita de doces e guloseimas. Com a fome que estavam, João e Maria avançaram sobre a casa e começaram a devorar seu telhado de bolo e as vidraças de açúcar. Quando Maria quebrou a vidraça de açúcar uma velha senhora veio ver o que acontecia e vendo que as crianças estavam esfomeadas, convidou João e Maria para entrarem, dizendo que prepararia uma refeição melhor para eles. Ao entrarem na casa, a velha senhora mostrou sua verdadeira face. Ela era uma bruxa que vivia no meio da floresta e usava sua casa de doces para atrair crianças para depois comê-las. Logo que entraram na casa da bruxa, João foi jogado numa gaiola e Maria foi posta para fazer os serviços domésticos. A intenção da bruxa era engordar João o máximo possível e depois fazer dele um delicioso banquete. Mas João era um menino muito esperto. Percebeu logo que a velha bruxa não enxergava muito bem. Então todos os dias quando ela mandava que ele mostrasse o dedo para pudesse ver se João já estava gordo o suficiente, ele, na verdade, lhe mostrava um ossinho de galinha. Depois de muito esperar e nada de João engordar, a velha bruxa se cansou de esperar e decidiu que iria comê-lo magrelo mesmo. Ela mandou que Maria preparasse o forno para que ele fosse assado como um leitão. Maria vendo a oportunidade que se apresentava, fingiu não saber como se acendia um forno e quando a bruxa se inclinou para mostrar a ela como se fazia, Maria deu um grande empurrão e fechou a bruxa dentro do forno. Maria libertou João da gaiola e juntos eles vasculharam a casada velha bruxa a procura de algo para levar para casa. Nos baús, encontraram muitas jóias e também muitas moedas de ouro. João encheu seus os bolsos e Maria lotou o avental com os tesouros da bruxa. Para voltar para a casa eles foram ajudados por um belo ganso que os atravessou o rio e mostrou a eles o caminho que deveriam seguir.Ao chegarem em casa, encontraram o pai bastante triste, pois a mãe havia morrido e ele se arrependera amargamente de ter abandonado os filhos na mata. Com o tesouro roubado da bruxa, os três nunca mais passaram fome e viveram juntos e felizes”
Texto tirado do site http://pt.shvoong.com/books .Até breve...

A verdadeira história da Branca de Neve.


Em algumas versões da Branca de neve a madrasta na verdade é forçada a vestir sapatos de ferro em brasa e dançar até cair morta. Na versão dos Irmãos Grimm a Branca de Neve tem apenas sete anos, ou seja, príncipes pedófilos eram normais naquela época. E ao invés de dar um "beijo de amor", o principie carrega o CORPO MORTO (ou adormecido) da branca de neve para seu palácio, para que assim ela estivesse sempre com ele. Depois de algum tempo, um de seus servos, cansado de ter que carregar um caixão de um lado pro outro, resolve descontar suas frustrações dando uma SURRA na branca de neve. Um dos golpes desferidos no estômago faz com que ela vomite a maçã envenenada e assim volte à vida.
Mas de todas as mudanças feitas através dos anos, a mais sangrenta foi em relação ao coração da Branca de Neve. Nas histórias mais antigas a rainha não pedia ao caçador para trazer só ele. Ela queria também outros órgãos principais como pulmão, fígado etc... fora isso ela também queria um jarro com seu sangue.Vocês devem estar perguntando: "pra que tudo isso?". Simples, ela queria JANTAR a branca de neve! Antigamente parece que essas coisas nojentas eram muito comuns.
Texto adaptado de http://www.nerdssomosnozes.com

A triste e verdadeira história da Bela Adormecida.


Essa é muito horrível... "Nas primeiras versões, ao invés de espetar o dedo numa agulha e cair desacordada, a bela adormecida tinha uma "farpa" encravada debaixo da unha. Parece uma mudança pequena, mas ela nos leva ao ponto que realmente importa. Nessa mesma versão, o príncipe resolve, digamos... se satisfazer na coitada ainda adormecida. Depois de satisfeito, ele simplesmente vai embora. Nove meses depois, a adormecida dá luz a gêmeos que, em busca de leite acabam acidentalmente chupando o dedo dela, retirando assim a farpa amaldiçoada. E a coisa não para por ai, o príncipe que a engravidou (estuprou) continuou voltando lá durante os nove meses. Quando ele chegou lá e encontrou a bela, já não mais adormecida e com duas crianças, ele decidiu se casar com ela, mas ele não poderia levá-la ao seu castelo, pois sua mãe era uma ogra que tinha o habito de comer qualquer criança que aparecesse em seu caminho. ele esperou alguns anos até que seu pai morresse e ele virasse rei para aí então poder levar sua mulher para seu reino. E assim aconteceu, mas na primeira viagem que ele fez, sua mãe ogra resolveu fazer o que todo ogro tem que fazer: comer seus dois netos, e não satisfeita, também sua nora. Mas, com a ajuda do cozinheiro a bela acordada conseguiu se esconder até o retorno de seu marido que quando ficou sabendo dos planos de sua mãe mandou mata-la. Pois é, matar sua própria mãe (ogra). Em outras versões, o príncipe na verdade já era rei, e a mãe ogra era a esposa do rei, o resto é bem parecido. A esposa ciumenta quer, como vingança, comer os dois filhos bastardos do rei, mas acaba sendo descoberta e é queimada viva numa fogueira." Texto adaptado do site http://www.nerdssomosnozes.com/
Até o próximo post..

A verdadeira história de Rapunzel.

Esta tem um final feliz :
"Era uma Vez…

Um casal sem filhos que queria uma criança vivia ao lado de um jardim murado que pertencia a uma bruxa. A esposa, no fim da gravidez, viu repolho no jardim e o desejou obsessivamente, ao ponto da morte. Por duas noites, o marido saiu e invadiu o jardim da bruxa para recolher para a esposa, mas na terceira noite, enquanto escalava a parede para retornar para casa, a bruxa apareceu e acusou-o de furto.O homem implorou por misericórdia, e a mulher velha concordou em absolvê-lo desde que a criança lhe fosse entregue ao nascer. Desesperado, o homem concordou; uma menina nasceu, e foi entregue à bruxa, que nomeou-a Rapunzel.
Quando Rapunzel alcançou doze anos, a bruxa trancafiou-a numa torre alta, sem portas ou escadas, com apenas um quarto no topo. Quando a bruxa queria subir a torre, mandava que Rapunzel estendesse suas tranças, e ela colocava seu cabelo num gancho de modo que a bruxa pudesse subir por ele.
Um dia, um príncipe que cavalgava no bosque próximo ouviu Rapunzel cantando na torre. Extasiado pela voz, foi procurar a menina, e encontrou a torre, mas nenhuma porta. Foi retornando frequentemente, escutando a menina cantar, e um dia viu uma visita da bruxa, assim aprendendo como subir a torre.
Quando a bruxa foi embora, pediu que Rapunzel soltasse suas tranças e, ao subir, pediu-a em casamento. Rapunzel concordou. Juntos fizeram um plano: o príncipe viria cada noite (assim evitando a bruxa que a visitava pelo dia), e traria-lhe seda, que Rapunzel teceria gradualmente em uma escada. Antes que o plano desse certo, porém, Rapunzel tolamente delatou o príncipe.Na primeira edição dos Contos de Grimm, Rapunzel pergunta inocentemente porque seu vestido estava começando a ficar apertado em torno de sua barriga, revelando tudo para a bruxa (que soube que Rapunzel estava grávida, o que significava que um homem se encontrara com ela). Em edições subseqüentes, Rapunzel perguntou distraidamente por que era tão mais fácil levantar o príncipe do que a bruxa.Na raiva, a bruxa cortou cabelo de Rapunzel e expulsou-a da torre, para que ela vivesse sozinha. Quando o príncipe chegou naquela noite, a bruxa deixou as tranças caírem para transportá-lo para cima. O príncipe percebeu horrorizado que Rapunzel não estava mais ali; a bruxa disse que nunca mais a veria e empurrou-o até os espinhos de baixo, que o cegaram.Durante meses ele vagueou através das terras infrutíferas do reino, e Rapunzel mais tarde deu a luz a duas crianças gêmeas. Um dia, ela estava bebendo água e começou a cantar com sua bela voz de sempre. O príncipe ouviu-a e encontrou-se com ela. As lágrimas de Rapunzel curaram a cegueira, e a família foi viver feliz para sempre no reino do príncipe."

*Texto do site: http://www.princesasonline.com.br/

A triste e verdadeira história da Chapeuzinho.

As historias de contos de fadas que contamos para as crianças, na maioria das vezes se originaram de lendas um pouco aaterrorizantes.
As mais conhecidas versões das histórias são de Charles Perrault e dos Irmãos Grimm.
Na versão de 1889 de Charles Perrault, ela é devorada pelo lobo. Sem caçador e nem vovó.
Já na versão de 1884, dos Irmãos Grimm, o caçador vai à casa da vovó, vê o lobo dormindo e usa uma tesoura para abrir a barriga dele e tirar as duas de dentro. Antes que o lobo acorde, a Chapeuzinho enche sua barriga com pedras pesadas. Assim que ele acorda, tenta correr e não consegue por causa do peso, então, cai morto.
Em outra versão ainda mais antiga, a chapeuzinho faz um strip-tease pro lobo (que as vezes era representado por um lobisomem ou um ogro) para assim poder fugir enquanto ele esta "distraído". Existe ainda uma versão mais bizarra ainda da história, onde o lobo estripa a vovó e obriga a chapeuzinho a jantá-la com ele. A chapeuzinho, diz que precisa ir ao banheiro (que naquela época ficava do lado de fora das casas) e fugia.
A moral da história é que não se deve falar com estranhos.
Aí vai a verdadeira história, a contada pelos camponeses...
“Certo dia, a mãe de uma menina mandou que ela levasse um pouco de pão e de leite para sua avó. Quando a menina ia caminhando pela floresta, um lobo aproximou-se e perguntou-lhe onde ia: Para a casa da vovó – ela respondeu.
Por que caminho você vai, o dos alfinetes ou o das agulhas?
O das agulhas. Então o logo seguiu pelo caminho dos alfinetes e chegou primeiro à casa. Matou a avó, despejou seu sangue numa garrafa e cortou sua carne em fatias, colocando tudo numa travessa. Depois, vestiu sua roupa de dormir e ficou deitado na cama, a espera.
Pam, pam !.
-Entre, querida.
-Olá vovó. Trouxe para a senhora um pouco de pão e leite.
-Sirva-se também de alguma coisa. Há carne e vinho na copa.
A menina comeu o que lhe era oferecido e, enquanto o fazia, um gatinho disse:
-Menina perdida! Comer a carne e beber o sangue da sua avó!
Depois o lobo disse:
-Tire a roupa e deite-se na cama comigo.
-Onde ponho o avental?
-Jogue no fogo. Você não vai mais precisar dele.
Para cada peça de roupa – corpete, saia, anágua e meias – a menina fazia a mesma pergunta. E cada vez, o lobo respondia:
-Jogue no fogo. Você não vai precisar mais dela.
Quando a menina se deitou na cama, disse:
-Ah, vovó! Como você é peluda!
-É para me manter mais aquecida, querida.
-Ah, vovó! Que ombros largos você tem!
É para carregar melhor a lenha, querida!
(...) Até que ela perguntou: -Ah, vovó! Que dentes grandes você tem!
-É para comer melhor você, querida! E ele a devorou”.
Essa história foi tirada do site http://forum.cifraclub.com.br/forum
Logo postaremos mais histórias...

A triste e verdadeira història da Cinderella.

Vou começar um especial, verdadeiras histórias...
"A mulher de um homem rico ficou muito doente. Quando ela percebeu que a morte se aproximava, chamou sua única filha ao seu leito e disse:-Filha querida, seja boa e piedosa que o bom deus sempre lhe protejerá.
Eu estarei no céu olhando pra você e nunca te abandonarei.
Dito isso, ela fechou os olhos e morreu.
Todos os dias a moça visitava o túmulo de sua mãe. Ela chorava e se mantinha piedosa e boa.
Quando o inverno veio, a neve cobriu o túmulo com uma manta branca e quando o sol da primavera a derreteu, o homem encontrou uma nova esposa. A mulher trouxe consigo duas filhas que eram bonitas e agradáveis de rosto, mas más e feias de coração. Começava um período ruim para a pobre moça.
"Essa pata-tonta vai sentar-se na sala de visitas conosco?," elas perguntavam.
"Se quer comer o pão, terá que trabalhar para ganhá-lo. Trabalhará na cozinha."
Elas tiraram suas belas roupas, vestiram-na com um camisolão cinza e velho e lhe calçaram com sapatos de madeira. "Olhem só para a princesa orgulhosa!
Como está fora de moda," elas gritavam, riam e a levavam para a cozinha.
Lá ela tinha que trabalhar pesado durante todo o dia, se acordava antes de o sol nascer, carregava água, acendia o fogo, cozinhava e lavava.
Além disso, as irmãs ainda a maltratavam de todas as formas imagináveis - gozavam dela e derramavam as ervilhas e lentilhas nas cinzas do fogão para que ela tivesse que catar tudo de novo.
Ao anoitecer, quando ela já estava cansada de tanto trabalhar, ela não tinha uma cama onde dormir e acabava deitando-se ao lado do forno, nas cinzas.
Por isso ela sempre parecia suja e empoeirada e foi então que começaram a chamá-la Cinderella. Um dia, o pai estava indo para a feira e perguntou às duas irmãs o que queriam que ele trouxesse para elas.
"Belos vestidos," disse uma delas, "Pérolas e jóias," disse a outra. "
E você, Cinderella," perguntou ele, "o que você quer?"
"Pai, traga-me o primeiro galho de árvore que bater em seu chapéu quando estiver voltando para a casa." Então ele comprou belos vestidos, pérolas e jóias para as enteadas, voltando para a casa, quando cavalgava por um bosque, um ramo de uma aveleira passou pelo seu chapéu.
Então ele quebrou o ramo e levou consigo.
Quando chegou em casa, ele deu às enteadas o que haviam pedido, e para Cinderella ele deu o ramo da aveleira.
Cinderella agradeceu, foi até o túmulo de sua mãe, plantou o ramo que ganhou de seu pai, e chorou tanto que as lágrimas chegaram ao chão e regaram a planta. O pequeno ramo cresceu e transformou-se em uma árvore frondosa.Três veses por dia Cinderella sentava-se sob a árvore, chorava e rezava. Um passarinho branco sempre vinha para a árvore e se Cinderella expressasse um desejo, o passarinho jogava para ela o que ela pedira. Um dia o rei anunciou que haveria uma festa que duraria três dias para a qual todas as moças jovens e bonitas do reino estavam convidadas para que o príncipe escolhesse sua noiva.
Quando as duas irmãs souberam que estavam convidadas, ficaram eufóricas, chamavam Cinderella e diziam, "pentei nossos cabelos, engraxe nossos sapatos e ajude-nos a nos vestir, porque nós vamos ao casamento no palácio realCinderella obedecia e chorava, porque ela queria ir com elas para o baile, e implorava à madastra que deixasse-a ir. "Você, Cinderella," disse ela, "coberta de pó e sujeira como você sempre está. Você não tem roupas nem sapatos, e nem ao menos sabe dançar."
E mesmo assim Cinderella continuava pedindo.
Depois de um tempo a madrasta disse, "E despejei um prato de lentilhas nas cinzas, se você conseguir catar todas em duas horas, deixarei você vir conosco."
A moça foi até a porta dos fundos e chamou"Mansas pombinhas e rolinhas e todas as aves do céu venham me ajudar a catar as lentilhas.
As boas no prato, As ruins no papo."
Logo duas pombinhas brancas entraram pela janela da cozinha, em seguida as rolinhas, e por último todas as aves do céu, vieram numa revoada e pousaram nas cinzas.
As pombinhas balançavam a cabeça e começaram a catar e os outros passarinhos fizeram o mesmo. Logo juntaram todos o grãos bons no prato.Não tinha passado nem uma hora quando acabaram o serviço e se foram. A moça, contente, levou o prato para a madrasta. Ela acreditava que com isso poderia ir ao baile com elas.
Mas a madrasta disse, "Não, Cinderella, você não tem roupas e não sabe dançar.
Você seria motivo de risos."
Como Cinderella começou a chorar, a madrasta disse: se você conseguir catar dois pratos de lentilhas das cinzas em uma hora, poderá ir conosco.
Ela achava que desta vez, Cinderella não conseguiria.Quando a madrasta derramou os dois pratos de lentilhas nas cinzas, a moça foi até a porta dos fundos e chamou"Mansas pombinhas e rolinhas e todas as aves do céu venham me ajudar a catar as lentilhas.As boas no prato, As ruins no papo." Logo duas pombinhas brancas entraram pela janela da cozinha, em seguida as rolinhas, e por último todas as aves do céu, vieram numa revoada e pousaram nas cinzas.
As pombinhas balançavam a cabeça e começaram a catar e os outros passarinhos fizeram o mesmo.Logo juntaram todos o grãos bons no prato. Não tinha passado nem meia hora quando acabaram o serviço e se foram.
A moça estava muito feliz achando que agora ela teria permissão para ir ao baile.
Mas a madrasta disse:
"Isso não adianta nada. Você não pode ir conosco, pois não tem roupas e não sabe dançar.Só nos faria passar vergonha."
Dito isso, ela virou as costas e partiu com suas orgulhosas filhas.
Enquanto não tinha ninguém em casa, Cinderella foi ao túmulo de sua mãe, sentou-se sob a árvore e disse"Balance e se agite, árvore adorada,Me cubra toda de ouro e prata."
O passarinho entregou-lhe um vestido de ouro e prata e sapatos de seda com bordados de prata. Ela vestiu-se com pressa e foi ao baile. A madrasta e as irmãs não a reconheceram e pensaram que deveria ser uma princeas estrangeira de tão bela que ela estava em seu vestido dourado.
Elas nem imaginavam que podia ser Cinderella, e acreditavam que ela estava suja em casa, sentada ao lado do fogão catando lentilhas. O príncipe se aproximou dela, pegou sua mão e dançou com ela.
Ele não quis dançar com nenhuma outra moça, não soltou a mão dela por um único instante e, se alguém a convidava para dançar, ele dizia"Ela é minha dama."
Dançaram até tarde da noite, e então ela quis ir embora.
Mas o príncipe disse:
"Eu te acompanho," pois ele queria saber a que família tão bela moça pertencia.
Ela conseguiu escapar-se dele e se escondeu no pombal.
O príncipe esperou em frente à casa até que o pai de Cinderella veio e ele disse que a moça desconhecida havia se escondido no pombal.
O pai de Cinderella pensou, "Deve ser Cinderella."
Trouxeram um machado e uma picareta e quebraram o pombal em pedacinhos, mas já não tinha ninguém lá dentro.
Quando chegaram em casa, encontraram Cinderella com suas roupas sujas deitada nas cinzas à luz mortiça de uma lamparina.
O que aconteceu foi que Cinderella se escapou rápido pela parte de trás do pombal e correu até a aveleira.
Lá ela tirou suas belas vestes, deixou-as sobre o túmulo de sua mãe e o passarinho as levou. Então ela voltou pra casa e deitou-se nas cinzas vestida com seu camisolão.
No dia seguinte, a festa recomeçou.
A madrasta e as irmãs foram de novo.
Cinderella foi até a aveleira e disse"Balance e se agite, árvore adorada,Me cubra toda de ouro e prata."Logo o passarinho lhe entregou um vestido ainda mais bonito que o da noite anterior. E quando Cinderella apareceu no baile com seu vestido, todos ficaram espantados com tanta beleza.
O príncipe, que estava esperando por ela, logo pegou sua mão e não dançou com nenhuma outra moça.Quando outros vinham e a convidavam para dançar, ele dizia "Ela é minha dama." Quando anoiteceu, ela quis ir embora e o príncipe a seguiu para ver em que casa ela entraria. Mas ela se escapou se escondendo no jardim de sua casa.
Lá havia uma árvore alta e bela que dava peras maravilhosas. Ela subiu ágil como um esquilo e o príncipe não sabia onde ela estava. Ele esperou até que o pai dela veio e disse a ele, "A moça desconhecida se escapou de mim e acredito que ela tenha subido na pereira.
O pai pensou:
"Deve ser Cinderella."
Trouxeram um machado e derrubaram a árvore, mas já não havia ningém lá.Quando chegaram em casa, encontraram Cinderella com suas roupas sujas deitada nas cinzas à luz mortiça de uma lamparina.O que aconteceu foi que Cinderella se escapou rápido pela parte de trás do pombal e correu até a aveleira.
Lá ela tirou suas belas vestes, deixou-as sobre o túmulo de sua mãe e o passarinho as levou. Então ela voltou pra casa e deitou-se nas cinzas vestida com seu camisolão.
No terceiro dias, quandoa madrasta e as irmãs já tinham saído, Cinderella foi mais uma vez até o túmulo de sua mãe e disse para a aveleira"Balance e se agite, árvore adorada,Me cubra toda de ouro e prata."E o passarinho lhe trouxe um vestido que ainda mais explêndido e magnificente que os outros e sapatinhos de ouro. E quando ela chegou ao baile, todos emudeceram de admiração.O príncipe dançou apenas com ela e para todos que a convidavam para dançar, ele dizia: "Ela é minha dama".
Quando a noite chegou, Cinderella quis ir embora e o príncipe estava ansioso para ir com ela. Mas ela escapou-se tão rápido que ele não conseguiu segui-la.O príncipe, desta vez, usou a inteligência: mandou que passassem piche na escadaria e, quando a moça passou, o sapato do pé esquerdo ficou grudado. O príncipe pegou o sapatinho: era pequenino, gracioso e todo de ouro.
Na manhã seguinte, ele disse a seu pai que não se casaria com nenhuma moça, a não ser a dona do pé que coubesse neste sapato.
As duas irmãs estavam felizes pois tinham pás pequenos.
A mais velha entrou no quarto com o sapato e tentava calçá-lo enquanto sua mãe olhava.
Mas ela não conseguiu colocar o sapato por causa de seu dedão do pé.O sapato era muito pequeno para ela. Então a mãe lhe deu uma faca e disse:"Corta o dedão, quando você for rainha, não precisará andar muito a pé.
" A moça cortou fora o dedão, forçou o pé para dentro do sapato, disfarçou a dor e foi ver o príncipe.
Ele colocou-a na garupa de seu cavalo e saiu com ela como se fosse sua noiva.
Eles tinham que passar pelo túmulo da mãe de Cinderella, e quando por lá passaram, da aveleira duas pombinhas cantaram
"Olhe para trás,
olhe para trás,
há sangue no sapato
o sapato é pequeno demais,
sua noiva lhe espera muito atrás."
Então ele olhou para o pé dela e viu o sangue pingando.
Ele deu meia volta com o cavalo e levou a falsa noiva de volta para a casa, e disse para a outra irmã calçar o sapato. Colocou seus dedos do pé sem problemas, mas deu calcanhar era largo demais.
A madrasta deu-lhe uma faca e disse:"Corta fora um pedaço do teu calcanhar, quando fores rainha não precisarás andar a pé."
A moça cortou um pedaço de seu calcanhar, forçou seu pé para dentro do sapato, disfarçou a dor e foi ver o príncipe.
Ele colocou-a na garupa de seu cavalo e saiu com ela como se fosse sua noiva.
Quando passaram pela aveleira, duas pombinhas cantaram
"Olhe para trás,
olhe para trás,
há sangue no sapato,
o sapato é pequeno demais
sua noiva lhe espera muito atrás."
Ele olhou para o pé dela e viu o sangue escorrendo pelo sapato e manchando a meia de vermelho. Ele deu meia volta com o cavalo e levou a noiva falsa de volta para casa.
"Esta também não é a noiva certa," disse ele, "vocês não têm outra filha?" "Não," disse o homem, "temos apenas a pequena e raquítica ajudante de cozinha, filha de minha ex-mulher, mas não é possível que ela seja a noiva."
O príncipe pediu para vê-la, mas a mulher disse "oh, não! Ela está sempre muito suja. Não está apresentável.
Mas o príncipe insistiu e Cinderella foi chamada.
Ela primeiro lavou suas mãos e o rosto, e curvou-se diante do príncipe que entregou-lhe o sapatinho de ouro. Ela sentou-se em um banquinho, tirou o pesado sapato de madeira, e calçou o sapatinho de ouro, que serviu como uma luva.
Ela ergueu-se e o príncipe olhou para o seu rosto e reconheceu a bela moça com quem tinha dançado e disse: "Esta é a noiva verdadeira."
A madrasta e suas filhas estavam horrorizadas e ficaram pálidas de raiva, ele, entretanto, colocou Cinderella sobre seu cavalo e levou-a consigo.
Quando passaram´pela aveleira, as duas pombinha cantaram:
"Olhe para trás,
olhe para trás,
não tem sangue no sapato,
que não lhe é apertado,
É com a noiva certa que estás."
E depois de cantar, as duas pombinhas pousaram nos ombros de Cinderella, uma no direito, a outra no esquerdo, e sicaram sentadinhas lá.
Na cerimônia do casamento do príncipe, as duas irmãs falsas foram e queriam ficar de bem com Cinderella e dividir com ela a boa fortuna que teve.
Quando os noivos chegaram à igreja, a mais velha estava à direita e a mais nova à esquerda, e as pombinhas arrancaram um olho de cada uma das irmãs.
Depois quando voltavam, a mais velha estava à esquerda e a mais nova à direita, e as pombinhas arrancaram o outro olho de cada uma delas.
E então, por sua maldade e falsidade, elas foram punidas com a cegueira até o fim de suas vidas."
Texto do site http://vihema.blogspot.com/
Mais uma vez obrigada....